O Túmulo vazio!

Depois da cruz, vida! Ele não está no túmulo, Ele ressuscitou. Os fundadores das maiores religiões encontram-se em seus sepulcros, mas com Jesus, o Deus dos cristãos, é diferente. O seu túmulo está vazio. Não adiantou o suborno dos guardas, Jesus foi visto por muitos depois de ressurreto e continua vivo no coração dos que creem.

Jesus não é religião. Ele não está comprometido com  religião.  Jesus tem compromisso com a sua Palavra. Jesus é a própria vida, Ele é o Filho de Deus. Salvação e vida eterna  são temas de grande significação e não podem limitar-se à religião.  Nos evangelhos não encontramos o termo “religião” nem “cristianismo”, tal a ênfase que Jesus dava para esses conceitos. A   fúria do inimigo, a cegueira, a inveja e religiosidade dos homens levou Jesus  à cruz. O diabo festejou a morte de Jesus, imaginou  que Jesus foi derrotado na cruz, cometeu o seu maior engano, e a sua alegria durou muito pouco. Jesus venceu a morte.  A sua ressurreição foi a derrota do império das trevas. Ele  não ficou no túmulo! Jesus morreu por nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação. A sua vitória sobre a morte é a garantia da nossa ressurreição e vida eterna.

O Filho de Deus veio do alto, Ele discorria sobre o que ouvia do seu Pai. Ele se apresentava como  a  própria verdade, a vida, o único caminho que levava o homem a Deus. Ele se comparava a elementos vitais para que o homem fosse suprido da sua fome, Ele era o pão da vida, Ele era a água que saciava a sua sede. O que saía da sua boca era a Palavra que alimentava o espírito do homem, sempre em busca de uma satisfação interior. Jesus era a revelação do próprio Deus. Os homens, como sempre, são limitados em sua visão, nunca  enxergam o sobrenatural de Deus, costumam nivelar tudo às limitações da matéria. Jesus veio para salvá-los da condenação eterna, mas eles só conseguiam desejar uma libertação do jugo romano, Jesus veio oferecendo-lhes uma nova aliança, na qual poderiam ter acesso a Deus sem intermediação de sacerdotes, mas eles só conseguiam visualizar os ritos, tradições e sacrifícios da velha aliança de Moisés.   Ainda hoje, apesar de tanta ciência, os homens escolhem ficar presos em seus conceitos rudimentares e perecem na ditadura da incredulidade. Homens “sábios” que se prendem à crenças insanas que não têm lugar para o Senhor da Glória.

Por mais que os homens trilhem seus próprios caminhos e criem suas próprias crenças, a verdade é única: Deus enviou Jesus, que cumpriu a sua missão morrendo por homens pecadores,  condenados à morte eterna, para reconciliar com Deus os que creem  e fazê-los herdeiros da vida eterna, porque Ele não está mais no túmulo, Ele ressuscitou!

A felicidade tem um endereço

Em todas as civilizações, há uma corrida sem fim em busca de felicidade. A felicidade é  um estado de satisfação e plenitude, nos aspectos físicos e psíquicos da existência humana.  Ela sempre é o fim a ser alcançado na caminhada da vida.  Mas, onde encontrar a felicidade?

Há muitas formas de se imaginar a felicidade ou de se usar meios para tentar  encontrá-la.  Muitos pensam que se conseguirem uma  grande realização profissional ou uma boa estabilidade financeira poderão alcançá-la. Outros correm em busca de fama ou de poder, ainda outros imaginam que um grande amor poderia fazê-los felizes,  mas a felicidade nem sempre encontra-se nessas coisas.

Na realidade,  à medida que se galga novos patamares, descobre-se que a felicidade não está lá, as frustrações aparecem e novas buscas são projetadas. Essas  buscas  comparam-se mais a nuvens que se dispersam rapidamente com o vento.  Quantos, mesmo na abundância de tudo, enchem os consultórios psicológicos e psiquiátricos em busca de paz e um pouco de felicidade, outros, em estado depressivo, retiram suas próprias vidas porque não conseguiram lidar com o momento crítico que vivenciaram.  Em todas as camadas sociais e lugares, existem pessoas felizes e infelizes, entre pobres e ricos, nas choupanas e nos palácios, em todas as raças e etnias, parece que a felicidade está em todo o lugar, mas, ao mesmo tempo, em nenhum lugar, sempre  escapa como fumaça,  por mais que se considerem  as condições favoráveis para que ela permaneça.

A verdadeira felicidade é aquela que transcende os limites da própria existência, é duradoura, ela salta para a eternidade. Ela, a misteriosa felicidade, independe do meio, das condições ou de qualquer circunstância.

Deus, em sua completude, é o  único que pode satisfazer os anseios mais intrínsecos do coração do homem. É o único que pode preencher o vazio natural que reside em cada ser humano. A razão é simples, Ele criou o homem e conhece cada encaixe do grande quebra-cabeças que é  a sua personalidade. Ele sabe onde a peça perdida se encontra para fazê-lo pleno.

A felicidade tem um endereço certo: Deus. Não procure a felicidade, procure desesperadamente Deus, busque-o com todas as suas forças,  é com Ele que mora a felicidade!