Vida Só Encontro Em Ti – Os Céus Declaram a Sua Glória

Jesus é o gerador da vida. Ele é a própria vida! Não podemos ter vida ou encontrá-la fora de Jesus e da sua Palavra. A verdadeira vida encontra-se no espírito, a carne é corruptível.   Lemos no Evangelho de João 6.63:  O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos digo são espírito e vida. Não adianta procurar vida eterna fora de Jesus. Tudo o que o homem precisa está nEle, Ele é a razão e o sentido da vida.  Uma existência vazia só pode ser preenchida e satisfeita quando encontra o autor da vida, Jesus, aquele que dá a paz.

Amor e Palavra

O amor de Deus é tão grande que se torna imensurável, mas a sua Palavra traz profundas revelações para que possamos ter um entendimento do significado desse amor e como ele se manifesta através das nossas vidas. O apóstolo João, conhecido como o apóstolo do amor, é o que traz uma revelação mais precisa do amor de Deus. João andou com Jesus, estava bem próximo dele e pode captar os ensinos espirituais mais profundos da essência do amor de Deus, revelados na pessoa de Jesus.

Muitos têm confundido o amor de Deus como um amor permissivo, tolerante com o erro e o pecado, tal como um pai que, em nome do amor, não consegue colocar limites na vida do filho e sempre está passando a mão sobre a sua cabeça diante dos seus erros, quando deveria estar corrigindo-o. O amor corrige. O amor conduz pelo caminho do bem. O amor trilha as veredas da justiça. O amor de Deus nos molda à forma de Jesus. No evangelho do referido apóstolo, traz uma revelação enfática e inconfundível entre o amor de Deus e a sua Palavra. João começa o seu Evangelho dizendo que Jesus é o Verbo de Deus. Jesus é a revelação do próprio Deus. A seguir, nos capítulos 14 e 15, João relaciona o amor de Deus com a obediência a sua Palavra de, tal forma, que não se pode amar a Deus se não se amar a sua Palavra – é impossível amar a Deus e, ao mesmo tempo, ignorar a sua Palavra – amar a Deus é obedecer a Palavra de Deus. “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama…Se alguém me ama, guardará a minha Palavra…Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor…” Jo 14.15,21; 15.23,10.

Portanto, o amor que temos a Deus está intrinsecamente ligado ao amor que dispensamos a Sua Palavra. É impossível um se desvincilhar do outro. A Palavra de Deus é o meio pelo qual o conhecemos e nos tornamos íntimos dEle e podemos experimentar mais e mais do seu amor. Se dissermos que amamos a Deus, mas ignoramos a sua Palavra, ou a aceitamos com parcialidades, está na hora de se rever esse amor.

 

Provisão divina – Palavras que edificam

Há sempre muita discussão sobre prosperidade, provisão de Deus ou qualquer outra coisa relativa a bens materiais e dinheiro. O homem sempre cria problemas com temas relacionados a esse assunto, mas na Palavra de Deus há princípios bíblicos que não devem ser ignorados por aqueles que amam a Deus e têm prazer na sua vontade.

Precisamos ter cuidado para não compactuarmos das ideias  do time dos “Judas”. A Bíblia diz que Judas tinha “a bolsa”, ele era uma espécie de tesoureiro, mas era  ladrão. Por isso, quando Maria quebrou o vaso de alabastro, com um perfume caríssimo, para ungir os pés de Jesus, Judas censurou-a: Que desperdício! Não poderia esse perfume ser vendido e o dinheiro ser doado aos pobres? Ele não amava os pobres e não estava interessado em repartir nada com eles. Nenhum ladrão é generoso ou sensível à necessidade alheia.

É comum se ouvir que todos os pastores são ladrões. Muitos tomam isso como verdade e, por isso, não entregam o dízimo ou ofertam na Casa do Senhor nem em nenhum outro lugar que precisa de mantimento para que a obra de Deus avance. Os que falam isso e deixam de obedecer aos princípios divinos, não são confiáveis. Se eles nivelam todos os líderes eclesiásticos à infidelidade,  certamente agiriam como Judas, se estivessem no lugar deles.

O vídeo a seguir, traz com muita propriedade o dar e receber, o semear e colher, como princípios espirituais que devem ser aprendidos e observados por todos que temem o Senhor.  Deus é fiel, sua contabilidade é divina e seus princípios  invioláveis.

 

O Túmulo vazio!

Depois da cruz, vida! Ele não está no túmulo, Ele ressuscitou. Os fundadores das maiores religiões encontram-se em seus sepulcros, mas com Jesus, o Deus dos cristãos, é diferente. O seu túmulo está vazio. Não adiantou o suborno dos guardas, Jesus foi visto por muitos depois de ressurreto e continua vivo no coração dos que creem.

Jesus não é religião. Ele não está comprometido com  religião.  Jesus tem compromisso com a sua Palavra. Jesus é a própria vida, Ele é o Filho de Deus. Salvação e vida eterna  são temas de grande significação e não podem limitar-se à religião.  Nos evangelhos não encontramos o termo “religião” nem “cristianismo”, tal a ênfase que Jesus dava para esses conceitos. A   fúria do inimigo, a cegueira, a inveja e religiosidade dos homens levou Jesus  à cruz. O diabo festejou a morte de Jesus, imaginou  que Jesus foi derrotado na cruz, cometeu o seu maior engano, e a sua alegria durou muito pouco. Jesus venceu a morte.  A sua ressurreição foi a derrota do império das trevas. Ele  não ficou no túmulo! Jesus morreu por nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação. A sua vitória sobre a morte é a garantia da nossa ressurreição e vida eterna.

O Filho de Deus veio do alto, Ele discorria sobre o que ouvia do seu Pai. Ele se apresentava como  a  própria verdade, a vida, o único caminho que levava o homem a Deus. Ele se comparava a elementos vitais para que o homem fosse suprido da sua fome, Ele era o pão da vida, Ele era a água que saciava a sua sede. O que saía da sua boca era a Palavra que alimentava o espírito do homem, sempre em busca de uma satisfação interior. Jesus era a revelação do próprio Deus. Os homens, como sempre, são limitados em sua visão, nunca  enxergam o sobrenatural de Deus, costumam nivelar tudo às limitações da matéria. Jesus veio para salvá-los da condenação eterna, mas eles só conseguiam desejar uma libertação do jugo romano, Jesus veio oferecendo-lhes uma nova aliança, na qual poderiam ter acesso a Deus sem intermediação de sacerdotes, mas eles só conseguiam visualizar os ritos, tradições e sacrifícios da velha aliança de Moisés.   Ainda hoje, apesar de tanta ciência, os homens escolhem ficar presos em seus conceitos rudimentares e perecem na ditadura da incredulidade. Homens “sábios” que se prendem à crenças insanas que não têm lugar para o Senhor da Glória.

Por mais que os homens trilhem seus próprios caminhos e criem suas próprias crenças, a verdade é única: Deus enviou Jesus, que cumpriu a sua missão morrendo por homens pecadores,  condenados à morte eterna, para reconciliar com Deus os que creem  e fazê-los herdeiros da vida eterna, porque Ele não está mais no túmulo, Ele ressuscitou!

A felicidade tem um endereço

Em todas as civilizações, há uma corrida sem fim em busca de felicidade. A felicidade é  um estado de satisfação e plenitude, nos aspectos físicos e psíquicos da existência humana.  Ela sempre é o fim a ser alcançado na caminhada da vida.  Mas, onde encontrar a felicidade?

Há muitas formas de se imaginar a felicidade ou de se usar meios para tentar  encontrá-la.  Muitos pensam que se conseguirem uma  grande realização profissional ou uma boa estabilidade financeira poderão alcançá-la. Outros correm em busca de fama ou de poder, ainda outros imaginam que um grande amor poderia fazê-los felizes,  mas a felicidade nem sempre encontra-se nessas coisas.

Na realidade,  à medida que se galga novos patamares, descobre-se que a felicidade não está lá, as frustrações aparecem e novas buscas são projetadas. Essas  buscas  comparam-se mais a nuvens que se dispersam rapidamente com o vento.  Quantos, mesmo na abundância de tudo, enchem os consultórios psicológicos e psiquiátricos em busca de paz e um pouco de felicidade, outros, em estado depressivo, retiram suas próprias vidas porque não conseguiram lidar com o momento crítico que vivenciaram.  Em todas as camadas sociais e lugares, existem pessoas felizes e infelizes, entre pobres e ricos, nas choupanas e nos palácios, em todas as raças e etnias, parece que a felicidade está em todo o lugar, mas, ao mesmo tempo, em nenhum lugar, sempre  escapa como fumaça,  por mais que se considerem  as condições favoráveis para que ela permaneça.

A verdadeira felicidade é aquela que transcende os limites da própria existência, é duradoura, ela salta para a eternidade. Ela, a misteriosa felicidade, independe do meio, das condições ou de qualquer circunstância.

Deus, em sua completude, é o  único que pode satisfazer os anseios mais intrínsecos do coração do homem. É o único que pode preencher o vazio natural que reside em cada ser humano. A razão é simples, Ele criou o homem e conhece cada encaixe do grande quebra-cabeças que é  a sua personalidade. Ele sabe onde a peça perdida se encontra para fazê-lo pleno.

A felicidade tem um endereço certo: Deus. Não procure a felicidade, procure desesperadamente Deus, busque-o com todas as suas forças,  é com Ele que mora a felicidade!

 

 

Graça sobre graça

Graça – Favor imerecido. A graça de Deus é o favor de muito maior imerecimento por nossa parte. Como um Deus tão grande pode se importar com criaturas tão alienadas do propósito para o qual foram criadas e, naturalmente, condenadas?

Desde o início, o homem foi alvo da graça de Deus. Muitos que viveram antes e na velha aliança, que escolheram crer em Deus, foram alcançados pelo seu amor, judeus e até gentios como Rute, Raabe e tantos outros.
Com o advento do Messias,  a Revelação de Deus para os homens, a graça de Deus se manifestou em sua plenitude a todos os homens. Jo 1.16. Uma graça maravilhosa alcança, ou está disponível, a todos, a graça  que custou o maior de todos os preços, o maior sacrifício, o sangue de Jesus, o sangue do próprio Filho de Deus! Como não se maravilhar com essa graça imensurável, como não corresponder a esse amor que entregou o seu melhor? Como não se deleitar na presença do nosso resgatador, daquele que nos livrou da condenação eterna e nos fez livres do poder do pecado e da ira de Deus?

Hoje, a verdade não está mais escondida em prefigurações de sacrifícios e utensílios do tabernáculo. A graça salvadora não é mais fruto do nosso empenho em se guardar a lei, mas da ação do Espírito Santo na vida dos que creem, e Ele mesmo vindo fazer morada em nosso coração, regenerando o nosso espírito e nos recriando segundo à imagem de Cristo. É a graça de Deus, é a graça sobre graça nos alcançando.

Vontade ou Permissão de Deus?

Todos os dias, muitas coisas ruins acontecem pelo mundo afora. São acidentes, doenças, injustiças, violências, misérias e tantas outras mazelas que afligem a humanidade. Costumamos sempre ouvir que tudo é a vontade de Deus. Deus é Soberano, é verdade, mas, será que tudo o que acontece é a  Sua vontade?

Apesar de tudo ser atribuído a Deus, essa ideia não é verdadeira. Se assim fosse, Deus seria responsável por toda maldade do mundo, e  homem nenhum deveria responder por seus atos.  A própria Palavra de Deus diz que a vontade de Deus é boa, agradável e perfeita. As desgraças que afligem a humanidade é incompatível com um Deus justo e bom. Infelizmente, encontramos tantas pessoas, até aquelas que já tiveram um encontro com Jesus, culpando Deus quando alguma coisa não dá certo em suas vidas e ao redor do mundo. Se não anda bem nos negócios, “Deus quer que assim seja”, se alguém está doente “faça-se a vontade de Deus, se morre, “Deus assim o quis”, se o avião cai, “Deus sabe todas as coisas”. Apesar da instrução bíblica: “Em tudo dai graças”, em tudo, não por tudo, nem tudo é a vontade de Deus. Muita coisa Ele permite, já  que o homem foi criado com direito a escolhas.

O mundo jaz no maligno. Ele é o príncipe deste mundo,  pelo tempo determinado para ele, através da legalidade adquirida com a desobediência do primeiro homem. Foi o homem que deixou satanás entrar no mundo para participar do governo da Terra, função  delegada por Deus ao próprio homem. O diabo veio para matar, roubar e destruir. Muitos males que assolam a humanidade é obra direta das trevas. Até tragédias naturais podem ser provocadas pela força do mal. Os discípulos de Jesus estavam em  alto  mar  e foram surpreendidos por uma grande tempestade. Jesus repreendeu o mar, e ele se acalmou. Se a tempestade tivesse vindo de Deus, Jesus não a repreenderia. Enquanto satanás age neste mundo para afligir os homens, Jesus veio para dar vida e vida em abundância.

Ao homem foi dado o livre arbítrio, ele é responsável por suas próprias escolhas e colherá os frutos relacionados com elas.  Muitas coisas más poderiam ser evitadas, se o homens obedecessem  aos princípios da Palavra de Deus,  que são fonte de vida e refrigério. Tal como um filho que deseja sair para curtir a noite, mesmo contra a vontade do pai, e é surpreendido por assaltantes que levam tudo dele, não poderá acusar o pai pela desventura sofrida.    De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados. Lamentações 3.39. Tomemos,  também, como exemplo,  uma doença resultante de hábitos alimentares desregrados que levam ao prejuízo da saúde. A doença decorrente, e até a morte, não foi a vontade de Deus. Tantas outras coisas acontecem, por vontade e escolha exclusiva do homem, pela ganância, inveja e egoísmo que levam a prejuízos irreparáveis e não terminam com um final feliz. Com certeza, Deus não escreveu essa história. ´Vontade é diferente de permissão. Deus respeita, muitas vezes, até contra a Sua própria vontade, o que Ele estabeleceu no início, como as leis naturais e a própria decisão do homem. Contudo, Deus pode transformar o caos estabelecido quando  o homem se volta para Ele, retirando-o das mãos de satanás e entregando-o a Deus, através do arrependimento de suas más obras e da oração.

Definitivamente, nem tudo o que acontece no mundo é a vontade de Deus. Aprendamos a nos humilhar diante de dEle, reconhecendo que todo o nosso infortúnio foi plantado por nossas próprias escolhas!

Portanto, comerão do fruto do seu caminho e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos. Provérbios 1.31

 

Por que orar?

Por que precisamos orar, se Deus sabe todas as coisas? A Bíblia diz que antes que as palavras cheguem a nossa boca, Deus já as conhece todas.

Deus, por princípios estabelecidos por Ele mesmo, só age na Terra através  dos homens. A Bíblia diz que os céus são os céus do Senhor, mas a terra Ele deu aos filhos do homens. Sl 115.16.  Ao criar o homem, Deus disse que Ele dominaria a Terra, mas  com a queda, o homem deu legalidade a satanás a agir em sua casa, ou seja, o poder de governo que Deus outorgou a ele, o  homem dividiu  com o príncipe das trevas. Mt 4.8-9. Deus é justo, Ele não viola as leis que Ele mesmo estabeleceu. O homem deve se responsabilizar pelas consequências de sua escolha e  autorizar  Deus a agir. Através da oração, o homem tira da mão de satanás o poder de ação e transfere para Deus. Para um melhor entendimento, suponhamos que alguém colocou uma causa na mão de um advogado, dando-lhe uma procuração. Nenhum outro advogado, por melhor que seja, poderá fazer qualquer coisa por essa pessoa. Ele somente que poderá transferir o poder de atuação, anulando a legalidade de um e transferindo para o outro. Nessas condições, podemos considerar que todo e qualquer tipo de oração é uma guerra. O detentor  e usurpador dos direitos do homem, não fica satisfeito quando o homem deixa-o para trás e  faz a opção de andar sob o domínio do Senhor Jesus,  confiando a Ele as demandas da sua vida.

Além desse entendimento,  precisamos orar porque é uma ordem divina. Orar é dizer a Deus que dependemos dEle e sem Ele não podemos fazer nada.  Jesus tinha uma vida de oração.  Ele é o maior exemplo de vida de oração, e aparentemente não tinha necessidades, Ele era o Filho de Deus.  Oração não é  apenas uma série de petições ou uma lista de desejos que trazemos diante de Deus e marcamos os que vãos sendo atendidos. È verdade que Jesus prometeu responder as nossas petições pessoais  e de intercessão pelos outros, e somos respaldados com a sua Palavra em sermos persistentes. Mt 7.7.  Mas oração é muito mais do que isso, é mais do que possamos imaginar.

Oração é relacionamento com Deus, é lugar de comunhão com Ele. Isso inclui momentos de contemplação, de louvor e adoração ao seu nome. Podemos ter intimidade com Deus, não somente quando tiramos um tempo específico para estarmos em oração, mas continuamente.

Oração é um estilo de vida. Podemos desfrutar da sua presença em qualquer lugar ou a qualquer momento, Ele quer ter participação ativa  em nossas vidas e em nossos pensamentos e isso depende de cada um, mantê-lo permanentemente em si mesmo. Ele prometeu que moraria em nós se amássemos a sua Palavra, se o amamos não podemos ignorar a sua presença e participação em tudo que fizermos. Assim,  oração é um meio pelo qual mantemos o nosso coração em chamas por Jesus.

Oração é direção de Deus para as nossas decisões, por menores que sejam. Se Ele é um amigo que está sempre em nossa companhia, Ele é participativo, não anda conosco em silêncio, mas, através de um testemunho ou voz interior no nosso espírito, Ele dirige os nossos passos.

Oração é confiança em Deus. Não existe diálogo, muito menos petição a alguém, se duvidamos da sua existência e não confiamos nela. Confiamos quando conhecemos. Há um convite por parte do profeta Oseias: Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor… Os 6.3.  Através da sua Palavra, podemos conhecê-lo em profundidade, e nossas orações deverão  estar alinhadas com a sua vontade. Por isso, são tantas orações não atendidas, tantos desejos que não se materializam.

Oração envolve fé, não é um salto no escuro, envolve ver o sobrenatural de Deus. Ele é Espírito, e importa que todo aquele que se aproxima dele, creia que Ele existe. Sem fé é impossível agradar a Deus, sem fé não há resposta de oração.

Oração é a melhor forma de amar.  Se tivermos dificuldade em amar uma pessoa, experimentemos orar por ela, ou seja, falar com o nosso amigo Jesus sobre ela. Um amor vai fluir naturalmente, e todo sentimento amargo certamente desaparecerá.

Oração é um meio pelo qual mantemos o coração em paz e livre de ansiedades.7 Fp 4.6- Qualquer problema que nos aflija podemos colocar nas mãos do Criador de todas as coisas, do Deus Soberano, que tem todo o poder e para Ele não há impossíveis, então, podemos descansar se confiarmos a Ele todas as nossas encrencas.

Enfim, oração é o oxigênio que nos mantém saudáveis e íntimos do nosso Pai. Sim, precisamos orar sempre e nunca desfalecer. Precisamos e podemos sempre sair vencedores nessa guerra!

Porque Ele veio Feliz Natal!

Deus criou o homem para o louvor da sua glória. O homem não aterrizou no planeta Terra por obra do acaso, mas ele foi colocado neste mundo com um propósito. Cada vida é preciosa aos olhos de Deus e tem um lugar em sua criação.

Com Jesus não foi diferente, Deus o enviou ao mundo para cumprir o maior dos seus planos. A Terra, Deus deu aos filhos dos homens, e um homem para entrar neste planeta só é possível através de meios naturais, através do  ventre de uma mulher. Satanás entrou na Terra ilegalmente por força e usurpação, mas Jesus, mesmo sendo Deus, teve que passar nove meses em em um ventre materno e nascer como qualquer outro homem. Ele foi gerado por obra e graça do Espírito Santo, excepcionalmente, não precisou da semente de um homem, mas o próprio Deus o gerou. Teria que ser dessa forma, porque não existia semente humana que não estivesse contaminada com o pecado herdado de Adão.
Jesus veio, foi gerado por Deus no ventre de Maria,  assim, apto a ser sacrificado como um Cordeiro sem mácula e sem defeito algum pelos pecados da humanidade. Esse foi o propósito por que Ele veio. Nasceu para ser sacrificado em uma cruz! Não há como separar o Natal da realidade do Calvário. Nunca devemos fazer essa separação. Afinal, o valor de um homem não é medido porque nasceu um dia, mas como viveu e  morreu.

Jesus é a única resposta para a deplorável situação do homem, não  somente porque Ele   nasceu, mas porque Ele morreu e ressuscitou. Na sua morte e ressurreição está a nossa vitória. Jesus é a maior prova do amor de Deus pelo homem, ao enviar Jesus para resgatar o homem dos seus  pecados e voltar a ter comunhão com Ele . Ele deu o maior de todos os presentes que poderia dar, Deus  deu o seu melhor, não poderia haver maior dádiva para Ele oferecer. Há muita injustiça quando se diz que Deus não se importa com o ser humano, quando citam vítimas de tragédias naturais, de fome, criancinhas morrendo à míngua,  doenças e inúmeras outras misérias espalhadas pelo mundo. Não reconhecem o verdadeiro autor de todas as mazelas, foi assim desde o princípio, e, com o seu engano, continua a contaminar os homens e distorcer a imagem do Criador. Além de satanás, o próprio homem com suas más escolhas é responsável pela maioria das desgraças que o assolam.

Nesta semana, o mundo cristão festeja o Natal de Jesus. As pessoas, umas às  outras, desejam Feliz Natal, trocam presentes, reúnem-se em família, ceiam juntos na festa de aniversário que, na maioria das vezes, o aniversariante é proibido de entrar. Tão poucos têm entendimento da razão de Jesus ter nascido e quem realmente Ele é. E, mesmo festejando o Natal, os corações estão distantes do seu verdadeiro sentido porque não creem nele.

A história da humanidade seria bem diferente, se os homens conhecessem o Jesus do Natal e a razão por que Ele veio.

Porque Ele veio somos perdoados
Porque Ele veio temos salvação
Porque Ele veio somos filhos de Deus por adoção
Porque Ele veio somos livres da condenação eterna
Porque Ele veio temos confiança
Porque Ele veio temos paz
Porque Ele veio temos alegria
Porque Ele veio temos segurança
Porque Ele veio podemos amar e perdoar
Porque Ele veio somos mais que vencedores
Porque Ele veio podemos crer no amanhã
Porque Ele veio temos fé
Porque Ele veio fomos sarados
Porque Ele veio podemos vencer o mal
Porque Ele veio temos esperança
Porque Ele veio temos a Palavra de  Deus
Porque Ele veio temos comunhão com Deus
Porque Ele veio podemos permanecer nele
Porque Ele veio não tememos a fúria do inimigo
Porque Ele veio podemos orar e adorar
Porque Ele veio temos a vida eterna.

Jesus é tudo que precisamos, e somos infinitamente  gratos a Deus porque Ele veio. Feliz Natal!

Ele venceu a morte!

A morte é o maior inimigo do homem. Quando ela chega, causa um grande temor e não faz acepção de pessoas. A morte escolhe suas vítimas independentemente da etnia, da camada social, da religião, do sexo ou faixa etária. A morte bate à porta de todos trazendo sempre o seu terror e desespero. Por que a morte é tão aterrorizante e temida, apesar de todos saberem que o encontro com ela é inevitável?

O homem foi criado para viver eternamente. A morte entrou no mundo através da desobediência do homem ao seu Criador. Deus deu a terra para que o homem a dominasse e usufruísse de todos os seus bens. Como um bom administrador, deveria  cultivá-la, comer do seu fruto e com a  sua criatividade  usar todos os recursos disponíveis na natureza para grandes invenções. Além de ter acesso diário a Deus, que vinha conversar com ele na viração do dia. Mas,o homem abriu a porta para que a destruição entrasse. Preferiu dar ouvidos à mentira de satanás do que confiar na Palavra do seu Amigo e Criador.  O pecado mesclou o intelecto humano, a sua potencialidade foi afetada e bem pouco de sua totalidade é usada. A corrupção atingiu toda  estrutura humana em todas as suas dimensões, no espírito, na alma e no corpo. O relacionamento com Deus foi quebrado.  A  morte espiritual o atingiu, separando-o de de Deus, além da morte  física, que se tornou o seu maior inimigo na carne.

A boa notícia é que Deus manteve  o seu propósito quanto à criação do homem. Ele o criou para o louvor da sua glória e a queda do homem não frustrou o plano de Deus,  que  para resgatá-lo ainda tivesse  que pagar um alto preço. No dia em que Adão foi expulso do Éden, não como  um   castigo divino, mas em uma atitude de amor, para que não comesse da árvore da vida e tivesse que viver eternamente carregando as mazelas do pecado, Deus falou para Adão e para Eva sobre como seriam suas vidas com a consequência do pecado e, também, disse para a serpente (satanás) que da semente da mulher viria um que lhe feriria a cabeça e ele seria ferido no calcanhar. Ele não imaginou que isso se cumpriria na morte de Jesus na cruz.

Depois de aproximadamente quatro mil anos, a  promessa de Deus   começa a se cumprir: Jesus nasceu! O nascimento de Jesus é o início da derrota da própria morte. Jesus, depois de viver fazendo o bem e pregando as boas novas do reino de Deus, Ele foi traído pelos seus e conduzido à morte de cruz, a pior de todas as mortes. O próprio Filho de Deus humildemente a si mesmo se entregou. Para o inferno, parecia a maior das derrotas do reino da luz, mas ele estava enganado. A morte de Jesus foi a  maior vitória dos homens, porque Jesus não ficou detido na sepultura, apesar do seu espírito ter descido ao hades, de lá, Ele emergiu, trazendo consigo as chaves da morte e do inferno. O véu do templo se rasgou de alto a baixo, um novo caminho foi inaugurado e todos que quiserem poderão ter livre acesso a Deus, através do sangue de Jesus. O pecado não terá mais domínio sobre a vida daqueles que creem e querem ter uma vida de comunhão plena com o seu Deus e Pai. Jesus foi vitorioso, Jesus venceu a morte. A maior derrota do inferno foi a morte e ressurreição de Jesus. Não há mais necessidade de temer a morte, porque Jesus  a venceu, e se alguém está nEle, é vencedor com Ele! “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitoria”? Jesus venceu a morte!