Jesus, o professor excelente

Jesus é sem dúvidas o maior mestre de todos os tempos. Ele não fez diferença apenas por seus métodos de ensino, mas também pela originalidade do que ensinou.

Jesus ensinou sobre a vida, o bem maior do homem. A sua mensagem não era apenas sobre as coisas corriqueiras, palpáveis e visíveis, mas a sua ênfase estava naquilo que tinha valor eterno. Por isso, seus ensinos são duradouros e atravessam as gerações, em sua forma mais atual. O interessante é que os princípios ensinados não pertencem a um único povo, mas são praticáveis em qualquer língua, povo ou nação. São ensinos que vão além da dimensão e práticas da vida transitória do homem. Por sua essência de valor eterno, seus ensinos alcançam a alma e dão vida ao espírito humano. Ele mesmo disse: “As palavras que vos tenho falado, são espírito e vida”. São princípios que saltam para a eternidade, que constroem; observando-os, o homem viverá por eles. Alguns que o ouviam, falavam que ele ensinava como quem tinha autoridade, ele era detentor de toda a sabedoria, e não era à toa que as multidões o seguiam se deleitavam em suas palavras que fluíam como uma fonte vivificadora.

Jesus não cursou nenhuma faculdade de Pedagogia, mas foi o melhor professor, não fez nenhuma disciplina de didática, mas tinha sempre os melhores métodos, não estudou Filosofia, mas jorrava conhecimento sobre os pensamentos e vivências do homem, não cursou Psicologia, mas entendia tudo sobre a alma humana, suas lutas e anseios mais profundos. Ensinava com a mesma eficiência e dedicação uma “classe cheia” ou com um único aluno. Compadeceu-se de uma multidão de cinco mil homens, dando-lhes pão para comer depois de lhes ensinar , mas gastou tempo também com uma única mulher, apontando-lhe o caminho da vida eterna. Era direto com os incautos, trazendo-lhes lições de vida e sabedoria, identificando-se com suas dores, sarando suas feridas e libertando-os do jugo do opressor. Com os religiosos hipócritas, detentores da lei, mas não cumpridores, confundiam-nos com suas parábolas ou alegorias, às vezes, contra eles mesmos. Levantavam-se com perguntas para embaraçá-lo, mas eles se surpreendiam com suas respostas que destilavam sabedoria e conhecimento. A sua paz e alegria contagiava os seus discípulos, mas muitas vezes eles não entendiam sua bondade, sua paciência, seu domínio próprio e grande compaixão por seu povo que era como ovelhas que não têm pastor.O zelo pelas coisas do seu Pai o consumia, não hesitou em corrigir aqueles que teimavam em profanar o templo, usando um chicote para expulsá-los. Zelava por suas amizades e sabia se relacionar com o justo e o pecador, com o rico e pobre. Conhecia as pessoas muito bem, e aplicava lições segundo as suas necessidades individuais.

O mal e o bem caminham para destinos antagônicos, mas o mal sempre tenta assediar o bem. Jesus como o melhor Mestre foi também vítima de inveja, traído, acusado injustamente e crucificado. Sua morte não foi o fim, mas o início de um novo tempo, “depois de Cristo”. Como o maior de todos os líderes, Jesus não se deteve apenas a ensinar, mas formou discípulos que perpetuaram os seus ensinos através das gerações, e com o método inicial, discípulo formando discípulo. Jesus foi o maior mestre e líder de todos os tempos e a sua maior diferença entre outros, é que Ele depois de dois mil anos, continua o mesmo mestre. Ele está vivo e continua ensinando e atraindo vidas para encher a casa do seu Pai. Jesus, o mestre mais excelente!

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