O amor de Deus e o relacionamento com Ele

Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço. Rm5.8;  João 15:10

Deus ama a todos os homens, de todas as raças, povos e nações. Isso é indiscutível. E o amor de Deus é incondicional. Ele proveu o necessário para que tivéssemos um relacionamento com Ele. O maior de todos os pecadores é alvo do amor de Deus, e, enquanto viver, pode buscar o livre acesso a Ele, através de Jesus.

Apesar de Deus ter provado o seu amor por todos os homens,  nem todos os homens são salvos. Há um fator de peso que mantém o homem distante de Deus: o pecado. E o que é pecado? Tudo que é reprovável diante dos seus olhos e conduz o homem por veredas que o afastam dEle. A Palavra de Deus foi dada ao homem para que ele saiba como deve se conduzir, de forma  agradável a Deus e com a possibilidade de  um relacionamento com Ele. O pecado não pode prevalecer diante Deus. Não há harmonia entre o pecado e Deus. Pecado é coisa tão reprovável aos seus olhos que Ele precisou matar o seu próprio Filho para solucionar esse problema que impedia que os homens pudessem ter com Ele um relacionamento paternal e de comunhão. Assim, como poderia hoje Deus  ter relacionamento com pessoas que insistem em permanecer no pecado e ignoram a sua graça e oferta sacrificial de amor? Como ter relacionamento com Deus, se não há lugar para arrependimento e se insiste em uma vida que ignora totalmente os seus princípios,  preferindo o prazer do pecado do que viver na alegria da sua presença? Todo relacionamento tem um preço a ser pago. O relacionamento com Deus não é diferente. O preço é a renúncia do nosso próprio eu, não vivemos mais a nossa vida, mas a vida de Cristo. “Não vivo eu, mas Cristo vive em mim”. Ap Paulo.

Os que amam o pecado,  sustentam-se na falácia de  que o que apenas importa  é o amor de Deus. Como se a sua justiça fosse desprezível. Esses esquecem que o que sustenta o amor é a justiça. O seu atributo de justiça é tão forte quanto o seu atributo de amor, e isso  nos leva à plena confiança nEle. A justiça de Deus exigiu a morte do seu próprio Filho  para que pudéssemos ser justificados. A rejeição desta verdade nos mantém  em condenação eterna, apesar do seu amor.

O amor de Deus é incondicional, Jesus morreu por todos,  e a sua vontade é que todos se arrependam e sejam salvos. Mas o relacionamento com Ele é condicional. O pecado não pode se interpor no relacionamento com o Pai celeste. Para isso, precisa-se da consciência de pecado, crer no sacrifício de Jesus na cruz, arrependimento e conversão, que é mudança de atitude e opção por um novo caminhar em veredas novas que leva o homem a um relacionamento com Deus e comunhão com o Espírito Santo. Lembremos que o amor de Deus não poupou os homens da época de Noé, destruídos pelas águas do dilúvio, Sodoma e Gomorra que tiveram seus habitantes exterminados com fogo e enxofre e outros povos que não foram poupados porque suas iniquidades afrontavam o Deus Criador. Deus amava suas criaturas, mas seus pecados clamavam por justiça.

Nunca devemos  esquecer que o relacionamento com Deus é condicional. Se é  significativo andar com Ele, escolhamos sempre manter uma vida longe do pecado e permanente em Cristo.

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